Mulheres e as populações negra e LGBT têm, em média, menos oportunidade de trabalho, recebem salários menores e têm carreiras com mais dificuldades. Entenda como o empreendedorismo pode ajudar na busca por igualdade

Em média, a parcela da população que tem os melhores empregos, melhores salários e melhores condições para desenvolver seus negócios são os homens brancos heterossexuais. As mulheres e as populações negra e LGBT encaram mais barreiras no ambiente de trabalho, nas oportunidade de carreira e mesmo em situações como pedir crédito para abrir ou expandir um negócio. Veja a seguir os números, as condições e as possibilidades para mercado de trabalho e empreendedorismo social entre mulheres, negros e LGBTs.

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Infográfico: mapa do empreendedorismo social

Conteúdo publicado em 21 de maio de 2019

O que a Braskem está fazendo sobre isso?

A Braskem acredita que a promoção da diversidade fortalece a nossa cultura e reforça a nossa crença na valorização do ser humano. Com isso, cria-se um ambiente criativo, inclusivo, livre de preconceito e discriminação, onde todas/os se sentem à vontade para ser quem são. A consequência direta desse compromisso é a melhora nas relações entre as pessoas, o que colabora com a inovação e a produtividade. A empresa mantém o “Programa de Diversidade e Inclusão”, que opera, sobretudo, nos eixos de gênero, etnia e raça, identificação LGBT, pessoas com deficiência e fatores socioeconômicos. Entre as ações desenvolvidas pela Braskem, estão a capacitação de novas lideranças, extensão da licença maternidade, ações contra a violência de gênero, além de parceria com a “Empregue Afro”. Desde 2017, 90 colaboradores também integram grupos de trabalho nos temas Gênero, Raça e Etnia e LGBT a fim construir novas ações para o programa.

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