A bluevision de MC Soffia

A artista de apenas 15 anos tem milhões de fãs, cantou na abertura da Olimpíada Rio-2016 e aborda temas de gênero, empoderamento feminino e valorização da cultura negra. Conheça sua história e entenda o porquê de seu sucesso

Aos 15 anos, Soffia Gomes da Rocha Gregório Correia já tem uma história e tanto: coleciona prêmios como artista, tem milhões de fãs e até cantou no palco da abertura dos Jogos Olímpicos Rio de Janeiro-2016. Como MC Soffia, ela é referência entre rappers da nova geração e dedica suas músicas a temas como conceitos de gênero, empoderamento feminino e valorização da cultura e da beleza negra.

Desde muito nova, Soffia já sabia que queria ser cantora. Aos 4 anos se apresentava em shows improvisados na casa de familiares, até sua mãe levá-la a uma oficina de hip-hop, onde se apaixonou ainda mais pelo gênero e deu seus primeiros passos profissionais. Dali em diante, percorreu a cidade de São Paulo fazendo shows em pequenos festivais. Isso até ser convidada para se apresentar na comemoração de aniversário da cidade: ali, aos 6 anos, sua carreira começou a explodir.

Nascida e criada em uma família de negros, foi educada a entender, respeitar e amar sua cor. Mais que isso, Soffia aprendeu a desenvolver pensamento crítico sobre o racismo. As reflexões sobre gênero, também aprendeu em casa: o exemplo de sua mãe e de sua avó inspirou a artista a debater e enfrentar o machismo. O resultado está em suas músicas.

Seu talento a colocou na órbita de grandes artistas, caso da MC Sharylaine, da musa Elza Soares e Karol Conká, hoje até sua amiga pessoal. Ao lado de Karol, Soffia subiu ao palco do Maracanã na abertura da Olimpíada Rio-2016 e cantou para mais de 2,5 bilhões de pessoas assistirem.

Neste minidocumentário, conheça mais da história e da visão de MC Soffia.

Conteúdo publicado em 21 de março de 2019

O que a Braskem está fazendo sobre isso?

A Braskem acredita que a promoção da diversidade fortalece a nossa cultura e reforça a nossa crença na valorização do ser humano. Com isso, cria-se um ambiente criativo, inclusivo, livre de preconceito e discriminação, onde todas/os se sentem à vontade para ser quem são. A consequência direta desse compromisso é a melhora nas relações entre as pessoas, o que colabora com a inovação e a produtividade. A empresa mantém o “Programa de Diversidade e Inclusão”, que opera, sobretudo, nos eixos de gênero, etnia e raça, identificação LGBT, pessoas com deficiência e fatores socioeconômicos. Entre as ações desenvolvidas pela Braskem, estão a capacitação de novas lideranças, extensão da licença maternidade, ações contra a violência de gênero, além de parceria com a “Empregue Afro”. Desde 2017, 90 colaboradores também integram grupos de trabalho nos temas Gênero, Raça e Etnia e LGBT a fim construir novas ações para o programa.

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